7 de abr. de 2015

MISSA DOS AMIGOS DO SEMINÁRIO


Aconteceu nesta Terça-feira (07) às 19h, no Seminário Teológico Bom Pastor da Diocese de Criciúma, em Florianópolis, a Missa dos Amigos do Seminário.

Na oportunidade, acendemos o Círio Pascal, que simboliza o Cristo Ressuscitado. Padre Oscar, em sua homilia chamou atenção de alguns aspectos que vivenciou neste tríduo pascal, em que esteve na Paróquia São Donato, em Içara. Destacou a participação dos jovens, na busca pela confissão. 

Seminaristas e Amigos do Seminário puderam colocar suas experiências, que tiveram neste tríduo pascal, alegrias e suas tristezas. 

Após a Santa Missa, todos fomos convidados para participar de uma confraternização de páscoa, no refeitório do seminário.

Agradecemos aos Amigos do Seminário, pela partilha realizada conosco. Deus vos abençoe.











PALAVRA DO REITOR PARA O MÊS DE ABRIL/2015

A CRUZ




Prezados (as) internautas

Nos diz o Papa Francisco "O discipulado fiel é graça do exercício de amor, exercício de caridade oblativa. Quando caminhamos sem a cruz, edificamos sem a cruz, ou confessamos um Cristo sem cruz, não somos discípulos do Senhor. Somos mundanos, somos bispos, padres, cardeais, papas, mas, não discípulos do Senhor."(Alegrai-vos - carta circular aos consagrados. 2014. n.6.)

Jesus é o verdadeiro cordeiro pascal, faz a doação de si mesmo por amor. Ele é o Senhor da vida, da história e de todos os seres, se rebaixa até a morte de cruz para que nele seu povo alcance a vida em plenitude.

Para quem entende este processo de cruz, vai gradativamente se comprometendo com os crucificados da contemporaneidade. Que estão entre nós.

O crucificado se torna a memoria da fé que atrai o olhar de todas as gerações. Pelo perdão oferecido aos malfeitores e a cada pessoa  (Lc 23,24); pela entrega do Pai (Lc 23,46) Jesus se torna caminho de esperança para o Pai. 

Jesus mata a morte e garante a vida. Nós exaltamos a cruz gloriosa de Jesus, um sinal do imenso amor de Deus, sinal de nossa salvação e convida em direção a ressurreição. 

Esta é a nossa esperança.

Boa Páscoa pela vitória de Jesus na Cruz e comprometidos com a cruz dos irmãos (as)








Padre Oscar Paulo Pietsch – Reitor do Seminário Teológico Bom Pastor
Bom Pastor – Dai-nos padres segundo o vosso coração.

            

Missa dos Santos Óleos reúne milhares de pessoas em Içara























Cerca de 2 mil pessoas participaram, na noite desta Quarta-Feira Santa, 1º de abril, da Missa dos Santos Óleos celebrada na Igreja São Donato, em Içara. Presidida pelo bispo diocesano, Dom Jacinto Inacio Flach, a celebração contou com a presença de mais de 60 padres diocesanos e religiosos, de muitas religiosas e leigos representantes das 32 paróquias e santuário diocesano.


“Esta noite é muito abençoada, porque todos vocês estão aqui, conosco. Aqui temos a manifestação do Espírito Santo. Como Jesus quando entra na sinagoga e diz ‘Eu sou o Ungido do Senhor’, todos nós somos ungidos, pelo Batismo”, iniciou em sua homilia, Dom Jacinto.



O bispo recordou a última Missa do Crisma, celebrada na Paróquia de Turvo, e das graças concedidas a Diocese durante o ano, como a ordenação de Dom Onécimo Alberton, que renovou suas promessas sacerdotais naquela ocasião, sem sequer imaginar que mais tarde seria nomeado bispo.



“Servir a Igreja do Senhor. É o lema da Campanha da Fraternidade deste ano. É isto o que os santos óleos querem sempre: nos enviar ao serviço da Igreja do Senhor. Servir os mais sofridos, mais necessitados e nossos irmãos da nossa Diocese hoje aqui representada. Que tenhamos sempre pessoas com generosidade em nossas comunidades. Deus espera que assumamos nosso Batismo, nossa consagração a serviço da sua Igreja”, acrescentou Dom Jacinto.



O bispo motivou todos a seguirem o pedido do Papa Francisco, de serem cristãos alegres por serem filhos e filhas de Deus. Também recordou os religiosos e religiosas, que celebram o Ano da Vida Consagrada e afirmou seu testemunho, ao modelo do Mestre, nas comunidades, assumindo os votos de pobreza, castidade e obediência.



Após a homilia, os padres fizeram a renovação das promessas sacerdotais. Em seguida, o Óleo dos Enfermos foi trazido até o altar pelas Samaritanas; o Óleo do Batismo, por uma família com uma criança que será batizada e o Óleo do Crisma, pelo Diácono Maxssuél Mendonça e pelo Seminarista Alex Serafim, que serão ordenados, e por jovens que receberão a Crisma.



Ao final da missa, todas as paróquias receberam os santos óleos. O pároco, Padre Antônio Vander da Silva, agradeceu a participação do povo na missa que marca a caminhada de 65 anos de evangelização da paróquia, que serão completados em 21 de dezembro. Padre Vander convidou todos a rezarem uma Ave-Maria pelos padres Boleslau Smielevski e Bernardo Junkes, saudosos párocos da paróquia.

Fonte: Diocese de Criciúma
Confira mais fotos em: http://www.diocesecriciuma.com.br/c.php?codigo=19078
FELIZ PÁSCOA

A comunidade do Seminário Teológico Bom Pastor, da Diocese de Criciúma entregou as lembranças de Páscoa ao Reitor Padre Oscar e as nossas colaboradoras Dida e Eli.

Desejamos a Vocês e suas famílias, uma Santa Páscoa, e que a LUZ do CRISTO RESSUSCITADO, esteja iluminando o caminho de vocês. 





5 de abr. de 2015

Papa aos sacerdotes: cheiro de ovelha sim, e sorriso de pai.


Cidade do Vaticano (RV) – O Papa celebrou, na manhã desta Quinta-feira Santa (02/04), a Missa do Crisma, na Basílica Vaticana. Francisco abençoou os santos óleos que serão utilizados ao longo do ano nos sacramentos do Batismo, Crisma e Unção dos Enfermos.
O tema central da homilia do Papa foi o cansaço dos sacerdotes. “Sabem quantas vezes penso nisto, no cansaço de todos vocês?”, perguntou Francisco. E disse: “Penso muito e rezo com frequência, especialmente quando sou eu que estou cansado. Rezo por vocês que trabalham no meio do povo fiel de Deus, que foi confiado a vocês; e muitos fazem isso em lugares tão isolados e perigosos. E o nosso cansaço, queridos sacerdotes, é como o incenso que sobe silenciosamente ao Céu. O nosso cansaço eleva-se diretamente ao coração do Pai”, disse o Papa.
Nossa Senhora
Francisco encorajou os sacerdotes a perceberam também que Nossa Senhora está ciente deste cansaço e que imediatamente faz nota-lo ao Senhor. “Como Mãe, sabe compreender quando os seus filhos estão cansados, e só disso se preocupa. ‘Bem-vindo! Descansa, meu filho. Depois falamos... Não estou aqui eu, que sou tua Mãe?’”,  refletiu Francisco.
Repouso merecido
Ao citar uma chave da fecundidade sacerdotal que, de acordo com o Papa, está na forma como os sacerdotes repousam e como o Senhor cuida do cansaço deles, Francisco afirmou: “Como é difícil aprender a repousar”, e prosseguiu: “Nisto transparece a nossa confiança e a consciência de que também nós somos ovelhas”.
Contudo, Francisco convidou os sacerdotes ao discernimento: “Sei repousar recebendo o amor, a gratidão e todo o carinho que me dá o povo fiel de Deus? Ou, depois do trabalho pastoral, procuro repousos mais refinados: não os repousos dos pobres, mas os que oferece a sociedade de consumo?”, ponderou Francisco.
Compromissos dos sacerdotes
O Papa prosseguiu sua reflexão falando sobre os deveres dos sacerdotes, os quais repassou brevemente: “levar a Boa-Nova aos pobres, anunciar a libertação aos cativos e a cura aos cegos, dar a liberdade aos oprimidos e proclamar o ano de graça do Senhor. Isaías diz também cuidar daqueles que têm o coração despedaçado e consolar os aflitos”, recordou Francisco. De maneira espontânea, o Papa quis compartilhar suas reflexões acerca de três tipos de cansaço sobre os quais o pontífice meditou:
O cansaço do povo, das multidões
Este é um “cansaço bom e saudável”, disse o Papa, e acrescentou “É o cansaço do sacerdote com o cheiro das ovelhas, mas com o sorriso de um pai que contempla os seus filhos ou os seus netinhos. Isto não tem nada a ver com aqueles que conhecem perfumes caros e te olham de cima para baixo”.
O cansaço dos inimigos
Francisco alertou que o diabo e os seus sectários não dormem e, uma vez que os seus ouvidos não suportam a Palavra de Deus, trabalham incansavelmente para silenciar ou distorcer. Aqui o cansaço de enfrentá-los é mais árduo. Não se trata apenas de fazer o bem, com toda a fadiga que isso implica, mas é preciso também defender o rebanho e defender-se a si mesmo do mal (cf. Evangelii Gaudium, 83).
“O maligno é mais astuto do que nós e é capaz de destruir num instante aquilo que construímos pacientemente durante muito tempo. Aqui é preciso pedir a graça de aprender a neutralizar: neutralizar o mal, não arrancar a cizânia, não pretender defender como super-homens aquilo que só o Senhor deve defender”, advertiu o Papa.
O cansaço de nós próprios
Ao concluir, Francisco citou este cansaço que, para ele, é o mais perigoso uma vez que os anteriores derivam do fato dos sacerdotes estarem expostos, de terem saído deles mesmos para ungir e servir. “Este cansaço é mais auto-referencial...Trata-se do cansaço que resulta de ‘querer e não querer’”, finalizou o Papa, ao exortar a todos os sacerdotes para que possam aprender a estar cansados, “mas com um cansaço bom”.
(RB)
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